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No palco VOTO, um dos espaços de debate mais concorridos do Compol Brasil, o maior congresso de comunicação política e institucional do país, João Cândido, enquanto palestrava sobre dados e renovação política, anunciou o lançamento da amelati intelligence, sua plataforma de inteligência legislativa e de dados governamentais. Mais do que um produto, a ferramenta marca a entrada da casa em uma nova frente: a tecnologia passa a ser um braço de um ecossistema que já reúne comunicação e public affairs.
A escolha do palco não foi casual. Em vez de um anúncio fechado, a Amelati optou por estrear a plataforma em meio a uma das discussões centrais do ciclo eleitoral de 2026 – a da renovação política – e mostrar, na prática, como os dados deixaram de ser pano de fundo para se tornar o motor das decisões que moldam essa renovação.
Um terceiro braço: a tecnologia se junta a comunicação e public affairs
A amelati intelligence consolida uma estrutura que a casa vinha desenhando há anos. Ao lado da amelati comunicação, responsável pela frente de comunicação política e institucional, e da amelati public affairs, dedicada à articulação e às relações governamentais e lançada recentemente, a plataforma de tecnologia fecha um tripé pensado para atuar de ponta a ponta: ler o ambiente legislativo, traduzir esse ambiente em estratégia e transformar estratégia em movimento.
É como parte desse grupo que a amelati intelligence entra em uma projeção de R$ 100 milhões em receita que o conjunto das operações estima para os próximos anos. A plataforma não responde sozinha por esse número: ela integra uma tese em que cada frente reforça as demais. A inteligência alimenta a articulação, a articulação qualifica a comunicação, e a comunicação devolve repertório para a leitura de dados. O resultado é uma operação que se posiciona não apenas como prestadora de serviços, mas como articuladora das decisões que estruturam pautas e mandatos.
Renovação política e o peso dos dados
No painel, o co-founder da amelati, João Cândido, dividiu o palco com Davi Abreu, coordenador de relacionamento do RenovaBR e um dos nomes mais respeitados do setor, com trajetória reconhecida na formação de novas lideranças e na agenda de renovação política do país.
O debate girou em torno de uma pergunta que atravessa o ciclo de 2026: como renovar a política em um ambiente de desconfiança crescente com as instituições e de disputa cada vez mais intensa por interpretações da realidade. A resposta apresentada no palco foi direta. A renovação deixou de depender apenas de discurso e passou a depender de evidência. Saber quem decide, como decide e em que ritmo o Legislativo se move virou condição para que novas lideranças e novas teses encontrem espaço.
Foi nesse contexto que a amelati intelligence foi apresentada: como a camada de dados que permite a quem quer renovar a política entender o terreno antes de pisar nele. A conversa entre Cândido e Abreu reforçou a ideia de que dados qualificados, lidos com método, são hoje um dos principais ativos de quem disputa pauta pública – e de quem aposta na renovação como projeto, e não como bandeira.
Um mercado em disputa
A movimentação sinaliza a ambição da casa de competir em um mercado que vinha sendo ocupado por plataformas especializadas em monitoramento legislativo e de dados governamentais. A aposta da amelati intelligence está em diferenciais como a busca híbrida, a integração com o Diário Oficial da União, a capacidade omnichannel e uma interface de conversa que coloca a inteligência ao alcance direto de quem precisa decidir – de profissionais de relações governamentais a consultorias políticas e times regulatórios, jurídicos e políticos.
Acesso liberado para cadastrados via amelati.com.br
Lançada em primeira mão no Compol Brasil, a plataforma já começa a liberar acessos. Quem realizou o cadastro pelo site amelati.com.br passa a ter entrada na ferramenta nesta nova fase, em um movimento que aproxima a amelati intelligence de seus primeiros usuários e ajuda a casa a refinar o produto a partir do uso real.
“Construímos a amelati intelligence para que a inteligência legislativa deixasse de ser privilégio de poucos e virasse ferramenta de decisão. Lançar no palco VOTO, dentro de umdebate sobre renovação política, foi a forma mais honesta de mostrar para que ela serve: dar a quem quer transformar a política a leitura de dados que essa transformação exige”, afirma João Cândido, co-founder da amelati.
Para a casa, o lançamento representa a transição de uma operação reconhecida pela atuação institucional e de comunicação para uma plataforma de estratégia, articulação e tecnologia. Para o mercado, é mais um sinal de que a disputa pela inteligência de dados aplicada à política tende a se intensificar à medida que 2026 se aproxima – e de que as casas capazes de unir comunicação, articulação e tecnologia tendem a sair na frente.



